Os números de 2010

2 01 2011

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do meu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Featured image

Um duende das estatísticas pintou esta imagem abstracta, com base nos seus dados.

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 4,800 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 12 747s cheios.

Em 2010, escreveu 3 novos artigos, nada mau para o primeiro ano! Fez upload de 11 imagens, ocupando um total de 390kb. Isso equivale a cerca de uma imagem por mês.

O seu dia mais activo do ano foi 8 de junho com 89 visitas. O artigo mais popular desse dia foi Downloads/Links.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram gustavodantas.wordpress.com, pt-br.wordpress.com, google.com.br, search.conduit.com e scunasul.wordpress.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por locost brasil, gustavo brum, locost, projeto-locost-brasil – carro doador (chevette) e ron champion

Atrações em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Downloads/Links fevereiro, 2010

2

Doador fevereiro, 2010
7 comentários

3

Chassi fevereiro, 2010
1 comentário

4

O Projeto fevereiro, 2010

5

Super 7 fevereiro, 2010
1 comentário





Bem-vindos ao site do Locost Brasileiro!

2 03 2010
foto de carro lotus super seven 7 serie 2

Lotus Super-Seven série 2

Agora os fãs do Locost, réplica do Lotus Super Seven que tem sido construído em garagens por todo o mundo, tem um lugar cativo no cyberespaço. Tudo o que você quer saber sobre o Locost e como montar o seu com peças de carros brasileiros está aqui. E se não está, você pode dar sua contribuição ou fazer sua pergunta, para que o site fique cada vez mais completo.

O Locost é uma versão de baixo custo para produção caseira de um carro que marcou época, o Lotus Super 7, um carro que revolucionou o mundo dos esportivos com um conceito inédito: ao invés de um carro com um motor super-potente, Colin Chapman optou por fazer um carro muito leve, com um motor bem convencional e peças de carros subcompactos. O resultado é até hoje imbatível em qualquer pista ou estrada sinuosa: um carro rápido e ágil como nenhum outro, com custo de construção e manutenção de um carro popular.

Gostou da idéia? Então seja bem-vindo à casa do Locost brasileiro!

foto de locost em fase final de construção

Este Locost está em fase final de contrução. Note o motor Rover e os santo-antônios individuais. Cada carro é diferente, eis o que faz o Locost tão especial!





Locost brasileiro: qual o melhor doador?

1 02 2010

caterham-7-11-08-07O Roberto fez um comentário em meu blog sobre o melhor doador para o Locost, e eu respondi por email para ele dando algumas dicas e opiniões sobre o tema. Resolvi então reproduzir este email aqui, para compartilhar estas idéias com todos os meus leitores.

“Quanto ao projeto do Locost, disponibilizei na página downloads e links o projeto completo em PDF, é só baixar. Para usar o Chevette como doador, modifiquei as dimensões do projeto do Locost, e utilizei as distâncias entreeixos e de bitola do chevette, quase iguais ao do Lotus original. Meu projeto, na verdade, é bem diferente do Locost do Ron Champion, mais próximo do original Lotus nas proporções, mais estreito e com cockpit mais curto (não é tão espaçoso mas eu tenho 1,80m e 75kg, então para mim está bom). Mas sobra mais espaço para o motor, e a cabeça de porco da embreagem fica dentro do cofre do motor, o que deixa o túnel central mais estreito e libera mais espaço para os pés.

caterham-super-7

Na verdade, o conceito de doador é bom no caso do Locost, onde o construtor não sabe nada de mecânica, e compra um carro e os tubos. Se você entende de mecânica, não se fixe em um doador, procure o melhor diferencial (lada e chevette são os mais indicados, mas tem também o da belina 4X4 e das caminhonetes japonesas), o melhor conjunto câmbio-motor (motor GM OHC+caixa chevette, motor tempra ou tipo + caixa lada, motor AP+caixa chevette com flange, motor AP+caixa lada com flange são as opções mais baratas), e a caixa de direção mais apropriada (chevette ainda é a mais próxima do ideal, e barata). Todo o resto pode ser adaptado. Eu vou usar pedaleira do fusca, barata, mais difícil de adaptar o acelerador e o cabo de embreagem, mas que permite o melhor punta-taco e é fácil de instalar. Para a coluna de direção, consulte as exigências da legislação (baixe o manual de inspeção no meu site) e visite os ferro-velhos para achar peças (cruzetas, barras, juntas, etc.). Lembre-se, nada de soldas no sistema de direção.

Quanto ao dodge polara, como o opala, não são muito indicados: motores pesados, de baixa rotação, direção mais difícil de adaptar ao desenho do Locost, além da dificuldade de achar peças de dodge. Melhor motor na minha opinião: um AP 1.8 com comando G (do GTS e GTI), a álcool, com mais taxa, caixa de chevette (a adaptação é simples e barata), diferencial de chevette com a relação da chevy automática ou do opala 4 cil. O Lotus é leve e a relação final tem que ser mais longa. Espero que estas dicas ajudem. Abraços,

Gustavo





Lotus Super Seven: o esportivo racional

3 01 2010

corte do lotus original, série 2

Quando Colin Chapman criou o Lotus Super Seven, fez uma revolução no desenho dos carros esportivos. Tradicionalmente, um carro esportivo era projetado da seguinte forma: comece com um motor muito potente (6 ou 8 cilindros, talvez mais), um chassi rígido (que em geral significa peso), e uma carroceria aerodinâmica para obter mais velocidade. O problema é que em geral este tipo de carro é caro, pois obter todo este desempenho com baixo peso exige materiais caros e complexidade mecânica. Colin Chapman resolveu então abordar o mesmo problema por um prisma diferente.

Chapman partiu da pergunta: o que faz um esportivo? A resposta é simples: um chassi rígido e uma baixa relação peso-potência. Como obter isso com custo reduzido? Chapman optou pela seguinte abordagem: reduzir peso para obter uma boa aceleração com pouca potência, ou seja, com um motor barato. Para isso, projetou um space-frame rígido mas muito leve, com painéis de alumínio estruturais no cockpit, e mecânica emprestada de carros populares. A Caterham, a atual detentora dos direitos para produzir o Lotus Super-Seven, oferece versões como o Superlight RR, que tem 240 cavalos e pesa menos de 600kg. Equivale, em termos de relação peso-potência, a um Opala de 500 cavalos. Se você construir um Locost com um motor de 140 cavalos (usando, por exemplo, um motor do Tipo), terá um carro de 600kg, o que equivaleria a um Gol com um motor de 250hp. E isso tudo custaria menos que um Opala usado. É por isso que vale a pena construir um Locost. É barato, simples, custa pouco para manter, já que utiliza pneus comuns, consome pouco devido ao baixo peso e motor pequeno, e não tem lataria para enferrujar e amassar.

Procure na página de links e downloads um arquivo que tem o projeto original do Locost, em pdf, e veja como é simples construí-lo. É claro que você terá algum trabalho para adaptar o projeto aos componentes de que dispomos no Brasil. Eu mesmo faço algumas sugestões na página doador. Dê uma olhada e deixe seu comentário. Em breve pretendo expor minha versão do Locost, com um método alternativo de construção que simplifica a montagem do chassi, e já tem medidas e desenho adaptados às peças do Chevette no sistema de direção e suspensão. O Chevette é um doador ideal porque estão em qualquer ferro-velho, em grandes quantidades e quase de graça.

Gustavo Brum








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